A pandemia acabou!

E agora José? E agora Maria?

* Marcus Raymond

A situação que nos impedia de dar continuidade à nossa vida social (trabalho, escola, encontros familiares…), se foi! Inacreditável, mas teve fim o que nos mantinha presos dentro de nossas casas.

Ao abstrair se estamos no mesmo ou em um ‘novo normal’, o fato é que não há dúvidas que o mundo está em outro momento. Ele está aí, à nossa frente e disponível a todos que venceram os momentos pelos quais passamos.

Alguns lembrarão com maior dor em decorrência das perdas próximas que tiveram; outros, no entanto, com satisfação pelo sucesso na luta travada, o que também pode incluir a possibilidade de terem passado mais tempo em casa, convivendo com a família; outros tantos, ainda, estarão tentando fazer o balanço de perdas e ganhos deste período.

Mas se recebemos a graça da vida, como e o quanto estamos preparados para essa retomada? O que foi feito durante esses meses para crescer, evoluir, ajustar ou alterar qualquer área de nossa vida? E se não tivemos ‘tempo’ para fazer algo ou concluir o que começamos, o que nos falta para avançar? Do que dependemos?

Imagino que este possa ser assunto para várias rodas de conversa com amigos e familiares sobre as vitórias diárias alcançadas e momentos de fragilidade e dificuldades superadas. A vida real é composta por diferentes sabores.

E que bom que seja assim. Sem final definido. Vida a ser escrita dia após dia, onde podemos, dentro daquilo que temos de real controle, ajustar, alterar, modificar, investir em algo melhor ou não, mas dependente somente de nossas escolhas e de ninguém mais.

Pois bem, àqueles que se consideram aptos para dar continuidade, minha satisfação pelo seu momento. E para aqueles que ainda se encontram em dúvidas e incertezas, bem, este é o momento de fazer escolhas firmes e decididas. É a oportunidade para deixar de ser coadjuvante da vida escrita por autoridades municipais, estaduais ou federais, e assumir completamente a direção dela.

Acredito que é mais inteligente e razoável errar por escolhas próprias do que ficar na reclamação, terceirizando culpados e deixando de viver para sobreviver.

ADAPTAÇÃO E ACEITAÇÃO

Talvez você esteja em dúvida sobre sua capacidade de se adaptar às suas novas necessidades internas ou de aceitação às condições que fazem parte de sua vida atualmente para que possa viver a vida de forma mais grata e leve. Gostei do modelo de trabalho em home office e agora, terei que mudar de emprego? Quero voltar ao trabalho presencial? Estes são dois exemplos de reflexões para tomada de decisões que poderão fazer parte da sua lista de ações a realizar em breve!

É preciso lembrar que é necessário ter coragem para assumir responsabilidades, aliás muita coragem. Bem, que tal olhar para sua vida de uma forma mais aberta sem buscar o futuro que ainda será escrito, mas para imensidão de ações engrandecedoras que você terá a cada dia por decidir, por realizar e para as quais precisa ter no mínimo uma direção a seguir?

Que a força esteja com você!

*Marcus Raymond – é escritor e pensador

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